sexta-feira, 26 de junho de 2009

Aulas do dia 16/06 e 23/06

16/06
Aconteceu a socialização entre dois grupos , eu fazia parte de um deles, o processo pediu para que levantássemos questões, dúvidas, comentários positivos ou negativos em relação aos blogs, tivemos várias pessoas que falou sobre sua dificuldade em ter acesso ao computador ou até mesmo a internet e que isso tem dificultado a atualização do blog.
O texto trabalhado foi "Práticas de linguagem oral e alfabetização inicial na escola:perspectiva sociolinguistica" Erik Jacobson
O presente texto irá abordar a importância de trabalhar a alfabetização a partir dos conhecimentos familiares, das práticas das comunidade que esses alunos provêm. Assim iremos entender o porque dessas variações nas formas que utilizamos a escrita, é importante que o professor entenda as práticas de escrita e leitura de seus alunos, porque nem sempre a linguagem da escola será a melhor forma desse aluno ser alfabetizado, romper com a ideia de apenas codificar e recodificar é um grande avanço. A escola precisa está a todo momento adaptando-se ao aluno, e trabalhando cada vez mais seu potencial. O conteúdo precisa está ligado a realidade da criança, pois ensinar algo que não terá sentido e nem valor pode ser desestimulante para o aluno.
O texto também nos traz como exemplo as escolas bilíngues, assim a criança será alfabetizada a partir da língua local onde a escola está inserida e sua língua materna.
Enquanto educadores precisamos aceitar o conhecimento prévio trazido pelo aluno e valorizar sua língua materna.

sábado, 20 de junho de 2009

7º e 8º Aula: 26/05 e 2/06

Contextos de Alfabetização na Aula
Ana Teberosky
Núria Ribeira

Na aula do dia 26/05 debatemos em sala o texto citado acima, que descontrói a ideia de que a criança não teria nenhum contato com a leitura e a escrita antes de chegar na escola. Logo não se trata da educação bancária onde cada aluno não trará nada consigo será somente uma caixinha onde são depositados informações.
È importante lembrar que a criança ao iniciar a educação infantil , meninos e meninas trazem sim conhecimentos sobre a leitura e escrita.

No dia 02/05 demos continuidade ao texto, e demos significado ao que seria texto ,formas gráficas e material que veicula o texto( tudo que emite significado, sentido). Entendemos que a informação provém da interação com os objetos escritos e com os leitores e escritores.As crianças em processo de alfabetização têm uma noção intuitiva desses diferentes suportes , textos , organizações e tipográfica existentes.
O adulto precisa proporcionar estes momentos a crianças, assim lendo textos, jornais, revistas, contando histórias e etc, pois desta maneira a criança se sente inserida neste meio e conseguirá distinguir as estruturas tipográficas existentes. A leitura também terá uma grande contribuição para o aumento do vocabulário. O professor, o adulto deve fazer perguntas, incitar a obter informações, trabalhar o raciocínio entre a escrita e linguagem nas crianças.

sábado, 13 de junho de 2009

Avaliação Formativa


É um trabalho conjunto entre professor e aluno,muito importante para o processo de ensino-aprendizagem, devemos criar para nossos alunos situações interessantes para que queiram aprender. É interessante que essa avaliação formativa venha auxiliar o aluno a aprender e a se desenvolver cada vez mais, com isso o professor deve ser um orientador, precisa provocar no seu aluno a autonomia e a organização para que assim esse seja um processo contínuo e que venha por abaixo desigualdades e fracassos que acontece na avaliação.
Enquanto aluna ainda não tinha experimentado essa coisa de ser livre pra escrever, o portfólio veio de forma ousada fazer com que cada aluno o faço da maneira que acha melhor e é claro com algumas normas a serem seguidas e que cada aluno entenda seu principal foco que é a aprendizagem.

5º e 6º Aula: 12 e 19 de Maio


12/05
Nesta aula a proposta veio a partir da leitura do texto: "Oralidade e escrita" , o professor passou um trabalho que deveriamos responder em dupla questões sobre o texto e depois enviar para o seu e-mail. Esse texto foi o mais complexo que tivemos até agora, conhecimentos novos sobre linguagens , fala e escrita,coisas que eu ainda não sabia. Responder essas questões foi legal , pois o professor não nos fez achar respostas prontas no texto e sim refletir e com cada questão tinhamos que dar um exemplo, percebi que esses exemplos foram uma forma que eu encontrei de compreender melhor o texto, pois usamos exemplos do cotidiano. Fiz junto com a Beatriz na minha casa e lembro que tinhamos sempre mais de um exemplo pra colocar, foi muito válido esse aprendizando, percebi diversas formas de acontecer uma conversação e consegui enxergar como nossa língua é rica.

19/05

É Lembro que essa aula foi um pouco cansativa ,o texto foi lido de ponta a ponta e explicado pelo professor. Com cada ponto sendo explicado a leitura tornou-se mais clara do que antes. Esse texto e essa disciplina me fazem lembrar e associar o tempo todo a um texto que li no período passado" A Língua de Eulália", entendo nossa língua como tendo tamanha riqueza e diversidade , com nossos alunos não será diferente, pois cada um carrega com si uma linguagem única, pois vivem em momentos diferentes, culturas distintas, uma divesidade social imensa e porém uma linguagem completamente diferente uma da outra.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

4º Aula: 05 de Maio de 2009

Em nossa quarta aula retomamos ao texto "Processos iniciais de leitura e escrita", da autora Roseneide Magalhães de Sousa, e surgiram dúvidas, comentários referentes a tópicos diferentes, o Professor Ivan explicou com clareza a todos os comentários e nos deu diversas dicas sobre como poderíamos diversificar nossa prática dentro de sala de aula usando coisas que estão presentes no cotidiano da criança, como historinhas, embalagens de biscoitos e etc.

A chamadinha foi a atividade pensada pelo meu grupo, em que com um pedaço de cartolina escrito o nome da criança em letra de forma e a foto dessa criança, todos os dias no início da aula faz-se a chamada e cada aluno coloca o seu ''nome'' no mural e a professora fala a letra inicial de cada nome, ensinando as letras do alfabeto. Depois de um tempo a foto será retirada e a criança já memorizou o seu nome e dos colegas.

Alguns grupos deram exemplos sobre atividades que podem ser usados com crianças de 0 a 6 anos para desenvolver a leitura e escrita. O grupo do Daniel citou propostas bem interessantes como jogos de RPG, atividades como teatro de fantoches, o professor completou as falas dizendo que dentro do teatro podemos mudar junto com as crianças o contexto da história, e usar a criatividade de cada aluno, sei que essas tarefas não devem ser tão facéis de implementar dentro de sala de aulas cheias, mas cabe a nos educadores nos prontificarmos e darmos o nosso melhor para construir um aprendizado diferente e prazeroso para nós e principalmente com as crianças.

3ºAula:28 de Abril de 2009

Levamos para esta aula algumas embalagens de biscoito, caixa de suco, sabão em pó, leite e etc.A partir das embalagens falamos sobre a leitura de códigos , de como basta esta nesse mundo para que estas crianças sejam familiarizadas com os diversos símbolos existente.
Foi iniciada a discussão do texto : Processos iniciais de leitura e escrita ,após fizemos uma atividade onde a turma foi dividida em grupos e deveria criar atividades para crianças de 0 a 6 anos , onde deveriam conter alguns dos objetivos citados na página 11do texto:

  • desenvolver habilidades linguísticas e cognitivas;
  • desenvolver a compreensão na leitura;
  • desenvolver a memorização;
  • desenvolver interpretação;
  • comparar textos novos com textos conhecidos;
  • perceber os sons da língua;
  • distinguir a pronúncia de alguns sons da língua, tais como: t/d, f/v, p/b, q/g que são muito parecidos;
  • estimular a pronúncia clara dos sons;
  • reconhecer a ortografia das palavras;

O meu grupo pensou em algo bem comum como a chamadinha, onde cada um iria ler o seu nome e ouvir o dos coleguinhas da turma, assim essa atividade teria como objetivo todos os alunos terem contato com o alfabeto, reconhecer os sons de diversos nomes diferentes e uma forma deles se familiarizassem com o alfabeto.

Essa atividade foi algo legal pensando pelo professor pois como seremos professores regente de turmas de educação infantil ou até mesmo tem aqueles que são , isso nos faz renovar nossas práticas.

A aula terminou com os grupos ainda reunidos criando as atividades que se reiniciará na próxima semana.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

As diferenças entre tipologia textual e gênero textual.

Tipologia Textual

Muito se tem falado sobre a diferença entre "tipos textuais" e "gêneros textuais". Alguns teóricos denominam dissertação, narração e descrição como "modos de organização textual", diferenciando-os das nomenclaturas específicas que são consideradas "gêneros textuais".
A fim de simplificar o entendimento de diversos estudos em torno desse assunto, foi criado o quadro abaixo, pautando-se no estudo de Luiz Antônio Marcushi.

Tipos textuais

Designam uma seqüência definida pela natureza lingüística de sua composição. São observados aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas.

  • Narração
  • Descrição
  • Argumentação
  • Injunção
  • Exposição

Gêneros textuais

São os textos materializados encontrados em nosso cotidiano. Esses apresentam características sócio-comunicativas definidas por seu estilo, função, composição, conteúdo e canal.

  • Carta pessoal, comercial, bilhete
  • Diário pessoal, agenda, anotações
  • Romance
  • Resenha
  • Blog
  • E-mail
  • Bate papo
  • Orkut
  • Vídeo-conferência
  • Aula expositiva, virtual
  • Entrevista
  • Cardápio
  • Horóscopo
  • Instruçoes de uso
  • Inquérito policial
  • Telefonema, etc

Na minha concepção a diferença que existe entre tipologia textual e gênero textual é no sentido de direcionar o trabalho do professor de língua na leitura, compreensão e produção de textos.

BIBLIOGRAFIA INDICADA:

DIONÍSIO, Angela Paiva, MACHADO; Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (Orgs.). Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.MARCUSHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio Carlos (orgs.). Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.